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A História dos Ovos de Páscoa
Desde muito tempo atrás, para
diferentes povos, o ovo representava a
criação e a fecundidade. Comumente
eram pintados e oferecidos aos amigos
nas ocasiões festivas.
A adocão dos
ovos como símbolo da Páscoa está
ligada ao fato de que o ovo,
aparentemente morto, contém uma vida
que aparece subitamente.
Na verdade, tradição de oferecer
ovos vem da China. Há vários séculos
os orientais preocupavam-se em
embrulhar os ovos naturais com cascas
de cebola e cozinhavam-nos com
beterraba. Ao retirá-los do fogo, ficavam
com desenhos mosqueados na casca. Os
ovos eram dados de presente na Festa
da Primavera.
O costume chegou ao
Egito. Assim como os chineses, os
egípcios distribuíam os ovos no início
da nova estação.
Depois da morte de Jesus Cristo,
os cristãos consagraram esse hábito
como lembrança da ressurreição e no
século XVIII a Igreja adotou-o
oficialmente, como símbolo da Páscoa.
Desde então, trocam-se os ovos
enfeitados no domingo após a Semana
Santa.
O surgimento do ovo de chocolate
na Páscoa se deu a partir do Séc. XVIII,
em substituição aos ovos duros e
pintados que eram escondidos nas ruas
e nos jardins para serem caçados.
Foi
uma descoberta fabulosa dos
confeiteiros franceses que inventaram
esse modo atraente de apresentar o
chocolate. |